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O Espírito Santo quis transmitir-nos no Novo Testamento os principais momentos da Paixão e Morte de Jesus: desde a sua agonia no horto das oliveiras, passando pelo momento em que ele foi preso, condenado, até àquele no qual ele carregou a sua cruz, foi crucificado, morreu e foi sepultado. O drama do sofrimento de Jesus se entende cada vez melhor se pensarmos na santidade de Deus e sua paternidade, assim como na filiação divina de Jesus; do outro lado, vale a pena pensar na maldade do ser humano e na sua pecaminosidade, assim como na necessidade que o mesmo ser humano pecador tinha da salvação que vem de Deus.
Para aprofundar nessas realidades que se referem ao sofrimento do Filho de Deus, é preciso dedicar um tempo para estar com ele, para meditar nas verdades contidas na divina Revelação, para conversar com Jesus. Ele falará discretamente aos nossos corações, nos instruirá e fará com que vivamos unidos à sua vontade. É muito aconselhável meditar a Paixão de Cristo (talvez às sextas-feiras através dalguma das estações da Via Sacra), quem sabe voltar a ver aquele filme de Mel Gibson que leva esse título: “Paixão de Cristo”. Santo Tomás de Aquino dizia que “a paixão de Cristo é suficiente para informar toda a nossa vida. Quem quiser viver perfeitamente, basta que despreze aquilo que Cristo na Cruz desprezou e deseje aquilo que Ele na Cruz desejou”. Na Paixão do Senhor encontraremos o exemplo de caridade, paciência, humildade, obediência, desprendimento, pobreza, temperança etc. Imitemos a Cristo, nosso único modelo; foi assim que os nossos irmãos que foram santos fizeram: eles imitaram a Cristo!
Numa sociedade que foge da cruz, nós, os cristãos, continuaremos a cultivar a ciência da cruz e dela falaremos em pleno século XXI. Diremos como o apóstolo Paulo afirmava: “julguei não dever saber coisa alguma entre vós, senão Jesus Cristo, e Jesus Cristo crucificado” (1 Cor 2,2). Infelizmente muitos cristãos parecem não querer saber nada da cruz do Senhor, até se envergonham dela. Os que confessam o nome de Jesus deveriam mostrar aos outros também qual é o verdadeiro sentido da dor, do sofrimento e da morte à luz da cruz de Cristo e à luz da sua ressurreição gloriosa.
Leitura: Catecismo da Igreja Católica 624-637. Vicente Ferrer BARRIENDOS, Jesus Cristo nosso Salvador – iniciação à cristologia, Lisboa: Diel, 2005, 268 p.
Pe. Françoá Costa

 

Liturgia

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