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Paz de Cristo!
É bastante comum escutarmos essa saudação, não só na igreja, mas também nas ruas ao encontramo-nos. A versão equivalente é “a paz de Jesus!”. Entre os evangélicos se diz “a paz do Senhor!”. Nós aprendemos dos judeus, eles saudavam com shalom, com a paz. Trata-se de um dom de Deus muito desejado a nível pessoal e comunitário. A paz é uma característica de um filho de Deus nesta terra. Vemos, no entanto, que a paz não é uma simples ausência de guerra.Šal?m – explica Leon-Dufour – é uma palavra hebraica que deriva de um radical que designa o fato de encontrar-se completo, intacto. O homem que tem paz, que está em paz, é um homem completo. No Novo Testamento, a paz tem um nome: Jesus, “porque é ele a nossa paz, ele que de dois povos fez um só, destruindo o muro de inimizade que os separava” (Ef 2,14). Essa passagem da Escritura realça a consideração anterior, ou seja, não é possível estar completo, intacto, a não ser que seja derrubando o muro da inimizade, da separação. Esse muro que impede uma pessoa de estar em paz é aquilo que a separa da amizade com Deus, o pecado. Mas, Jesus o destruiu.A paz de Cristo nos foi adquirida de uma maneira dramática, pela Cruz, como também foi dramática a separação. A nossa inserção em Cristo se dá também de uma maneira dramática: é preciso que renunciemos a nós mesmos, que tomemos a sua cruz, que vençamos tantos impedimentos que nos separam da verdadeira paz, que só encontramos nele, em Jesus. Si vis pacem, para bellum – diziam os antigos – se queres a paz, prepara-te para a guerra. Paradoxalmente, a paz é fruto da guerra, desse combate que se trava diariamente dentro de nós mesmos contra o nosso orgulho, egoísmo, vaidade, sensualidade, respeitos humanos etc. A paz e a serenidade do cristão são frutos da graça e do combate espiritual.
Pe. Françoá Costa

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