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Vida e ministério dos clérigos

19. Os clérigos se inspirem em Cristo, Bom Pastor que conhece, ama, acolhe, cura, conduz e dá a própria vida pelo Reino.

20. Seja favorecida a solidariedade, a ajuda espiritual e econômica entre os clérigos.

21. Evite-se que entre as várias atividades realizadas pelos clérigos não se reduza o ministério pastoral a uma simples “atividade profissional”.

22. Nas transferências, o novo pároco ou administrador paroquial conheça, primeiramente, a paróquia que lhe é confiada para poder dar continuidade à caminhada pastoral da comunidade e, a seu tempo, depois de ouvir ao menos as lideranças mais expressivas da comunidade, representadas no Conselho Paroquial de Pastoral e Conselho Administrativo, promova as devidas mudanças ou adequações ao seu estilo de trabalho.

23. A Diocese de Anápolis organiza a justa sustentação do clero através de suas paróquias: plano de saúde, previdência social, moradia, alimentação, veículo para realizar o seu ministério e uma côngrua.

24. O valor da côngrua será estabelecido pelo Bispo Diocesano, ouvido o Conselho Presbiteral.

25. A remuneração do serviço dos diáconos permanentes seguirá as normas próprias expressas no documento nacional e será regulada pelo Bispo Diocesano, ouvidos o Conselho Presbiteral e o Conselho Diocesano dos Diáconos.

26. É oportuno que haja na Diocese um fundo de solidariedade sacerdotal de assistência e auxílio ao clero diocesano. A forma de constituir e administrar tal fundo fica na competência do Conselho Presbiteral.

27. Os sacerdotes têm direito a um mês de férias por ano e a um dia de descanso semanal.

28. Os sacerdotes idosos e outros em condição de necessidade, sejam acolhidos, preferencialmente, nas casas paroquiais, evitando a solidão e o sentimento de inutilidade. A paróquia, junto com a Cúria Diocesana, providenciará, analisando caso por caso, o seu sustento e a assistência médica.

29. Os presbíteros, residentes na Diocese, mas sem provisão, não têm direito a uma côngrua, pagamento do INSS e plano de saúde, salvo por motivo de doença ou outros casos previstos na lei e decorrentes de situações específicas.

30. Os presbíteros não podem candidatar-se a cargos políticos e promover propagandas abertas a favor de partidos e candidatos nos templos, salões paroquiais, com distribuição de panfletos, para preservar a sua vocação de ministros consagrados e evitar divisão e polêmica entre os fiéis.

31. Todo presbítero diocesano egresso do ministério, desejando retornar à Diocese, deverá submeter-se a uma reciclagem espiritual, pastoral e psicológica por tempo e em lugar determinados pelo Bispo, ouvido o Conselho Presbiteral. Se não aceitar esta determinação, não será readmitido.

32. O pároco ou administrador paroquial, que se ausentar da paróquia a ele confiada por mais de sete dias, tem obrigação de comunicar ao Bispo, indicando o lugar onde poderá ser encontrado (cân. 533, § 2).

33. Os presbíteros têm direito a um dia de descanso per semana e trinta dias por ano de férias, sem contar o tempo do retiro e de outras atividades programadas pela Diocese (cf. cân. 533, § 2).

Liturgia

Formacao liturgica2    Canto liturgico    Folheto dominical