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Admissão dos candidadatos e celebração do Sacramento da Ordem

11. A Diocese não estabelece datas fixas para as ordenações diaconais e presbiterais. Tenha-se, porém, em conta que se trata sempre de acontecimentos diocesanos, uma verdadeira festa para toda a Diocese, com participação dos padres e demais fiéis das paróquias. No entanto, sugere-se que as datas para o diaconato sejam preferencialmente na solenidade de Cristo Rei (novembro) ou na solenidade da Imaculada Conceição (8 de dezembro). Para as ordenações presbiterais, a solenidade da Assunção de Nossa Senhora (agosto), a solenidade de Todos os Santos (novembro), a solenidade da Imaculada Conceição (dezembro) ou ainda a festa de Nossa Senhora de Guadalupe (dezembro).

12. Os candidatos às Ordens sagradas serão avaliados conforme as normas da Igreja. Esta tarefa é confiada ao reitor e à equipe formadora do Seminário Maior. Estes, por sua vez, pedem o auxílio dos diferentes membros do Povo de Deus através dos escrutínios prévios à recepção de cada Ordem sagrada, preenchendo um formulário apropriado.

13. A admissão aos ministérios de Leitorado e Acolitato cabe ao Bispo Diocesano, após ouvir a equipe de formadores do Seminário Maior.

14. A admissão ao Diaconato e ao Presbiterado, conforme prescreve o CDC, é tarefa do Bispo Diocesano, tendo ouvido o parecer do reitor do Seminário Maior e do Conselho Presbiteral.

15. As ordenações sejam preparadas e vividas com a nobre simplicidade. Evitar-se-á, portanto, eventuais ostentações e exageros, tanto em relação à pessoa do ordenando, quanto ao aspecto festivo.

16. A formação permanente do clero acontece por etapas, obedecendo aos seguintes padrões de tempo no ministério: até 5 anos (Grupo A), de 5 a 20 anos (Grupo B), acima dos 20 anos (Grupo C). Cada grupo terá um sacerdote coordenador que o moderará, em comunhão e sob orientação do Bispo Diocesano. Os coordenadores dos grupos programarão os distintos eventos formativos dentro da autêntica espiritualidade sacerdotal: dias de recolhimento, reuniões de estudo, convívios fraternos etc. Este empenho da Diocese não suprime o dever, a liberdade e a responsabilidade de cada presbítero que deve ser o primeiro interessado na sua formação permanente.

17. As reuniões mensais do clero, retiro anual, assembleias diocesanas e outras atividades afins quando convocadas, serão consideradas como atividades obrigatórias para todo o clero.

18. Os clérigos tenham presente na sua prática pastoral as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, da Conferência Episcopal e estas disposições e normas da Diocese.

Liturgia

Formacao liturgica2    Canto liturgico    Folheto dominical