SJ News - шаблон joomla Авто

 pontotransp

faixa jubileu grande2


Sacerdócio de Cristo e dos fiéis

O único sacerdócio de Cristo é participado pelos fiéis de duas maneiras que, embora essencialmente distintas, se encontram no mesmo Cristo. A primeira participação se dá através do Batismo ("sacerdócio comum" dos fiéis), a outra participação acontece através do sacramento da Ordem ("sacerdócio ministerial" ou hierárquico). O Batismo faz com que todo o Povo de Deus seja um povo sacerdotal. É o que a Igreja chama “sacerdócio comum”, uma realidade de graça presente em todo cristão e que consiste na santificação de toda e qualquer realidade que o fiel tenha que realizar em qualquer situação (cfr. 1 Pd  2,5). Dentre os fiéis de Cristo, Deus chama alguns homens a receberem uma nova participação do seu sacerdócio. Para quê? Para servir ao sacerdócio comum. Assim como a cabeça dirige o corpo de maneira semelhante Cristo (Cabeça) dirige a sua Igreja (Corpo Místico). A Igreja, como tal, é um povo sacerdotal e todos, pelo sacerdócio comum, estão capacitados a anunciar e a celebrar as maravilhas de Deus. No entanto, é preciso que no seio da Igreja haja alguns que representem o Cristo Cabeça para proclamar e celebrar os louvores de Deus. Com outras palavras, os fiéis não podem dar-se a si mesmos a salvação; os sacerdotes são a representação sacramental de Cristo Salvador no meio da sua Igreja.

Os padres servem aos demais fiéis: esse é o seu título de nobreza. O presbítero, ao pregar a Palavra, ao celebrar os sacramentos e ao conduzir o Povo de Deus, em comunhão com o seu bispo, está realizando o seu ministério sacerdotal, ou seja, o seu “serviço sacerdotal” em favor do Corpo de Cristo que é a Igreja. Uma Igreja sem sacerdócio não seria Igreja. É lógica tal afirmação: a Igreja é a convocação para o louvor de Deus, mas para ser convocação é preciso alguém que a convoque, Cristo. Ele o faz através dos seus sacerdotes. A importante Declaração da Congregação para a Doutrina da Fé, a “Dominus Iesus”, esclarece que, em sentido próprio, só podem ser chamadas Igrejas aquelas comunidades que conservaram a sucessão apostólica e a Eucaristia. As comunidades cristãs que não reúnem esses dois princípios são chamadas pelo Documento de “comunidades eclesiais” (cfr. Dominus Iesus, 17).

Os fiéis apresentam as suas orações ao Pai por Cristo, que está presente na pessoa do sacerdote em cada celebração eucarística. Cristo se visibiliza nos seus ministros. A honra que se deve aos sacerdotes é porque eles são instrumentos do sacerdócio ministerial de Cristo. A dignidade sacerdotal consiste em fazer o Cristo visível em cada momento, em servir procurando ser cada dia “outro Cristo”, “o mesmo Cristo” para os irmãos. Logicamente, essa dignidade sacerdotal, traduzida por “serviço”, deve ter manifestações visíveis no dia-a-dia do presbítero, evitando que a "dignidade espiritual" se transforme em simples "dignidade social". A humildade, a simplicidade, a afabilidade no trato com as pessoas, a cortesia, a lealdade, a pontualidade, o porte elegante e simples, a sinceridade, a piedade e outras virtudes mostram exatamente as dimensões de uma dignidade que é serviço.

Liturgia

  
Liturgia diaria   Liturgia das Horas

Calendário

Calendario dioc   Curso noivos