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Orientações pós-Matrimônio

59. Os recém-casados sejam animados a participar da vida paroquial, especialmente através dos distintos grupos e pastorais pensados para favorecer a vida familiar, como a Pastoral Familiar, o Encontro de Casais com Cristo, o Encontro Conjugal, Equipes de Nossa Senhora etc.

60. A pastoral em torno da família deve visar principalmente a que os casais mantenham com fidelidade a comunhão indissolúvel e a vivência dos fins do matrimônio: o bem dos esposos, geração e educação dos filhos.

61. Quanto à união indissolúvel, os cônjuges serão ajudados a se manterem firmes, ainda que com sacrifícios, na própria vocação de um para o outro. Abominarão o divórcio e tudo aquilo que os faça infiéis à sublime vocação de santificação através do matrimônio.

62. Quanto à geração dos filhos, os esposos serão ajudados a viver a paternidade responsável, conscientes de que são cooperadores do amor de Deus na transmissão e educação da vida. Neste sentido, a paróquia oferecerá cursos sobre os métodos naturais. Também é oportuno que haja casais dispostos a acompanhar os recém-casados em relação à paternidade responsável e aos métodos naturais.
A paternidade responsável encontra a sua expressão vivida nessas poucas normas de conduta:

a) - os cônjuges devem sempre manter a atitude de abertura à vida;
b) - na hora de decidir o número de filhos devem ser generosos e confiantes na graça de Deus;
c) - a decisão do número dos filhos não deve ser uma decisão fechada como quem dissesse: “vamos ter apenas dois filhos... Essa atitude é egoísta e cômoda.
d) - se por motivos justos o casal não pode ter filhos durante um determinado período, não se deve recorrer a métodos anticoncepcionais artificiais e, sim, aos métodos naturais, conforme as prescrições da Encíclica Humanae Vitae:
"Se existem motivos sérios para distanciar os nascimentos, que derivam ou das condições físicas ou psicológicas dos cônjuges, ou de circunstâncias exteriores, a Igreja ensina que então é lícito ter em conta os ritmos naturais imanentes às funções geradoras, para usar do matrimônio só nos períodos infecundos e, deste modo, regular a natalidade sem ofender os princípios morais (...), renunciar ao uso do matrimônio nos períodos fecundos, quando, por motivos justos, a procriação não é desejável, dele usando depois nos períodos agenésicos, como manifestação de afeto e como salvaguarda da fidelidade mútua. (...) A igreja, ao mesmo tempo, condena sempre como ilícito o uso dos meios diretamente contrários à fecundação" (HV 16). "Não considera ilícito o recurso aos meios terapêuticos, verdadeiramente necessários para curar doenças do organismo, ainda que daí venha a resultar um impedimento, mesmo previsto, à procriação, desde que tal impedimento não seja, por motivo nenhum, querido diretamente" (HV, 15).

Liturgia

Formacao liturgica2    Canto liturgico    Folheto dominical