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Celebração do sacramento do Matrimônio 

Para preservar e restituir à liturgia do Matrimônio a riqueza da fé e da Palavra de Deus, é preciso fazer conhecer aos noivos e aos participantes as seguintes normas e orientações gerais para a celebração deste sacramento.

33. A celebração do Matrimônio deve seguir o ritual aprovado pela Conferência dos Bispos e reconhecido pela Santa Sé.

34. A celebração se dará na igreja paroquial de um dos noivos ou na capela da comunidade onde eles participam de forma fixa.

35. Os noivos têm direto a escolher um outro lugar para a celebração, que será sempre uma igreja: outra paróquia ou santuário. Neste caso, o processo matrimonial será aberto e concluído na paróquia de um dos noivos e transferido formalmente para a paróquia onde se realizará a celebração do Matrimônio. A paróquia escolhida para a celebração oriente os noivos da imediata abertura do processo na paróquia de origem e não reserve a data sem ter certeza que não existe nenhum impedimento. Os noivos levem a transferência pelo menos com duas semanas de antecedência.

36. Para preservar o caráter religioso do sacramento, não se permite a sua celebração em casas particulares, casas de show, restaurantes, clubes, fazendas, hotéis, salões de festa e similares.

37. Igualmente, não é permitido que após a realização do casamento na Igreja se simule uma espécie de casamento no clube com a presença de um clérigo.

38. Em casos de matrimônios mistos ou com disparidade de culto é permitido considerar a possibilidade da celebração em território neutro, presidida pelo ministro católico e com a presença do pastor ou representante da comunidade eclesial.

39. Em respeito ao celebrante e outras atividades no recinto da igreja, os noivos respeitarão o horário previsto para a realização do seu Matrimônio. Como forma de estímulo para o respeito de horário, se os noivos atrasarem mais de 15 minutos, pagarão uma taxa suplementar à paróquia, que será destinada para as obras de caridade. O valor da taxa será de 10% do salário mínimo por cada 15 minutos de atraso.

40. É a paróquia quem providencia a testemunha qualificada ou ministro assistente (normalmente um padre ou um diácono). Caso seja escolhido pelos noivos, deve ser comunicado ao pároco que o delegará para esse ofício. Sem esta delegação do pároco, o matrimônio é inválido.

41. É aconselhável que os casamentos sejam celebrados dentro da Santa Missa. Nestes casos, porém, os párocos usem os critérios da consciência religiosa dos noivos e assegurem uma participação respeitosa e devota de todos os participantes.

42. Nos casamentos sem Missa, os noivos sejam incentivados e receber a Sagrada Comunhão Eucarística durante a celebração. Para tanto, é preciso que comuniquem isso ao ministro assistente antes da celebração.

43. Para as distintas questões práticas relativas à celebração do Matrimônio a Diocese elaborará um formulário de contrato que os noivos assinarão na hora de pedir os serviços religiosos à paróquia. Tal contrato regulamentará as seguintes questões: horários, ornamentação, música, serviço dos fotógrafos e filmadores etc.

44. O casamento é um ato público e comunitário. Os noivos não celebram o casamento sozinhos, mas diante de Deus, da Igreja e da comunidade reunida. A presidência e duas testemunhas representam a comunidade no ato do casamento. As testemunhas ou padrinhos sejam no mínimo duas pessoas, cujos nomes e assinaturas constarão da ata do casamento. As testemunhas comuns sejam, no máximo, quatro casais para cada nubente e seus pais. Devem estar presentes na celebração e ter o uso de razão suficiente para dar-se conta da emissão do consentimento dos contraentes; para a licitude, requer-se que estas testemunhas sejam maiores de idade e tenham boa reputação.

45. Quanto à tradição de ter as chamadas "damas de honra" e "pajens", o número não exceda a quatro crianças, sendo: uma florista, uma porta-alianças, uma dama de honra e um pajem. Não é permitido o cortejo de florista, violinista ou qualquer outro. Os pais e as testemunhas entram juntos com o noivo e a noiva.

46. Os vestidos realçam o respeito, a dignidade e a solenidade da celebração. Pelo respeito ao lugar e à celebração sagrada, os trajes, principalmente os da noiva e das madrinhas, devem ser modestos e decentes (evitem-se, p. ex., decotes acentuados, costas e ombros descobertos, vestidos curtos etc).

47. O espírito cristão da celebração pede sobriedade, sem gastos supérfluos e sem ostentação. A ornamentação expressa nobreza, bom gosto e simplicidade. Os arranjos sejam colocados de tal maneira que não dificultem a participação e a visão dos ministros e da comunidade.

48. Não são permitidos quaisquer artificialismos na produção de efeitos e arranjos (iluminação extra, jatos de luz, holofotes, mudança de posição dos bancos, pregos ou fitas nos bancos etc.).

49. Quando houver mais de um casamento seguidos, os noivos se acertem entre si sobre a ornamentação.

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