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Celebrações especiais, lugar e espaço celebrativo

61. Mantenha-se a prática de ação de graças por ocasião de formaturas. É uma oportunidade para a evangelização dos formandos e dos ambientes de cultura e educação. São permitidos os chamados "cultos ecumênicos", devidamente preparados. Prefira-se, porém, e proponha-se às faculdades e universidades a celebração de ação de graças por grupos confessionais. Neste caso, para os formandos católicos celebre-se a Santa Missa em ação de graças.

62. Promovam-se as práticas de piedade eucarística: adoração eucarística, horas eucarísticas, cruzadas eucarísticas, cercos de Jericó e outras.

63. Em ocasiões especiais ou para grupos específicos é permitido celebrar as Missas com caráter cultural próprio (p. ex. missas intituladas sertanejas, de louvor, de cura e libertação, dos jovens, das crianças etc.). Cuide-se, porém, que os elementos folclóricos ou expressões típicas sejam apenas "formas" e não suprimam, modifiquem ou se sobreponham sobre o caráter sagrado do mistério eucarístico e as normas litúrgicas.

64. Às pessoas doentes, em estado de inconsciência, não se dê a Santa Comunhão. Administre-se a absolvição geral, indulgência plenária e a Unção dos Enfermos.

64. Quanto ao lugar de guardar o Santíssimo Sacramento (Reserva Eucarística), sejam seguidas as orientação da IGMR e da Exortação Apostólica Pós-Sinodal "Sacramentum Caritatis":

"É preferível, a juízo do Bispo diocesano, colocar o tabernáculo: a) no presbitério, fora do altar da celebração, na forma e no lugar mais convenientes, não estando excluído o altar antigo que não mais é usado para a celebração (n. 303); b) ou também numa capela apropriada para a adoração e oração privada dos fiéis, que esteja organicamente ligada com a Igreja e visível aos fiéis" (IGMR 315).

"Nas igrejas onde não existe a capela do Santíssimo Sacramento, mas perdura o altar-mor com o sacrário, convém continuar a valer-se de tal estrutura para a conservação e adoração eucarística, evitando, porém, colocar a cadeira do celebrante na sua frente. Nas novas igrejas, bom seria predispor a capela do Santíssimo nas proximidades do presbitério; onde isso não for possível, é preferível colocar o sacrário no presbitério, em lugar suficientemente elevado, no centro do fecho absidal ou então noutro ponto onde fique de igual modo bem visível (...). Em todo caso, o juízo último sobre essa matéria compete ao bispo diocesano" (SC 69).

65. Os projetos de novas igrejas, de reformas e a disposição do espaço litúrgico necessitam da aprovação do Bispo diocesano.

Liturgia

Formacao liturgica2    Canto liturgico    Folheto dominical