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Celebração da Eucaristia

24. Na preparação próxima à Primeira Eucaristia celebre-se o sacramento da Penitência, com celebração penitencial comunitária, confissão e absolvição individual dos catequizandos. Motivem-se os pais para que também façam a confissão antes da Primeira Eucaristia dos seus filhos.

25. Na celebração de Primeira Eucaristia sejam observados o espírito de simplicidade evangélica na decoração, no uso de vestes simples e padronizadas, ao alcance de todos, evitando gastos elevados e desigualdade entre os comungantes, e a discrição na filmagem e na fotografia. A celebração da Primeira Eucaristia se realize, de preferência, em grupos menores, possibilitando a maior participação da comunidade. Os pastores das almas orientem os pais e os catequistas sobre isso numa reunião que preceda a celebração do sacramento.

26. Compete ao pároco e à equipe de catequese, com bom senso e caridade pastoral, apresentar soluções para as dificuldades de crianças, cujos pais estejam em situação irregular ou que não frequentem a Igreja.

27. Após a recepção da Primeira Eucaristia, as crianças sejam incentivadas a participarem da vida litúrgica e das atividades paroquiais.

28. A celebração da Primeira Eucaristia se realize, de preferência, em grupos não muito numerosos, possibilitando maior participação da comunidade.

29. Em eventos oficiais e sociais, p. ex., formaturas, debutantes, os pastores das almas analisem cada situação e, conforme as circunstâncias, façam a Celebração da Palavra, para não comprometer o verdadeiro sentido da Eucaristia.

30. Dê-se especial atenção aos doentes, motivando-os e preparando-os para receber a Sagrada Eucaristia através de uma boa pastoral dos enfermos.

31. Quanto à exposição e àa adoração do Santíssimo Sacramento, sigam-se as normas prescritas no Guia Litúrgico-Pastoral da CNBB, ritual da Celebração do Culto Eucarístico.

32. Haja em todas as paróquias horários semanais com exposição solene do Santíssimo Sacramento, para adoração e bênção. As igrejas, principalmente paroquiais, sejam abertas durante o dia para possibilitar aos fieis a visita ao Santíssimo Sacramento e a oração pessoal. Assegure-se a devida segurança para evitar atos de desrespeito, profanação ou roubo.

33. Para eventos pastorais a nível paroquial quando no local é providenciada uma capela para adoração, a mesma seja preparada com devido decoro e dignidade. Para que o Santíssimo esteja presente é necessária a licença explicita do pároco ou, conforme o caso, do diretor espiritual do movimento ou da casa de retiros.

34. Para ter a reserva Eucarística em casas paroquiais, oratórios, capelas rurais, observe as normas do Direito e obtenha-se por escrito a licença do Ordinário.

35. É louvável que o sacerdote celebre a Santa Missa todos os dias, mesmo sem a participação do povo. Nos dias da semana é lícito celebrar uma Missa. Por motivos pastorais e nos casos previstos pelo Direito Canônico é lícito celebrar ou concelebrar mais vezes no mesmo dia. Aos domingos e festas de guarda são permitidas três Missas. Por evidentes razões pastorais, pode-se celebrar extraordinariamente, uma quarta Missa.

36. Sacerdotes e diáconos para celebrar ou administrar a Eucaristia se revistam dos paramentos sagrados prescritos pelas rubricas (cân. 929) e as orientações da Conferência Episcopal. Os sacerdotes só podem concelebrar com as vestes litúrgicas. Sem tais vestes, apenas participam, mas não concelebram.

37. Nas concelebrações, o celebrante principal use a túnica, estola e casula. Os demais concelebrantes podem usar a túnica e a estola. As vestes sejam dignas e se garanta uma certa uniformidade (cf. IGMR, 209).

38. Os diáconos que exercem funções específicas nas celebrações solenes, usem a túnica, estola e dalmática. Em outras celebrações usem a túnica e a estola.

39. A proclamação do Evangelho e a homilia são de competência dos ministros ordenados (bispos, presbíteros e diáconos). Não é permitido aos leigos pregar durante a celebração da Santa Missa. Esta proibição vale também para os seminaristas, agentes de pastorais, religiosas e religiosos não sacerdotes e para qualquer outro grupo, comunidade ou associação de leigos. A encenação bíblica não substitui a leitura do Evangelho; pode ser feita como motivação para a homilia.

40. Por razões pastorais, em regiões rurais ou em bairros, onde ainda não tem capelas construídas, é lícito celebrar nas residências particulares, ou ainda, em escolas, em prédios públicos e outros locais especiais.

41. A ordenação da sagrada liturgia é de competência da Santa Sé. A moderação e a promoção da mesma cabem ao Bispo diocesano. O celebrante deve respeitar a unidade substancial do rito romano.

42. A Eucaristia, assim como outros sacramentos, seja celebrada sempre conforme os textos e ritos aprovados pela Igreja, sem acréscimos, omissões ou modificações. É direito dos fiéis e, portanto, dever dos pastores, garantir a correta celebração dos sacramentos, especialmente da Santa Missa. Deve-se evitar qualquer abuso ou omissão em matéria litúrgica. A oportuna criatividade, para ser sadia, pode aplicar-se onde está prevista tal possibilidade. É importante dar a devida atenção e se estude profundamente, com certa periodicidade, a Instrução Geral do Missal Romano.

43. Aos diáconos e aos leigos não é permitido proferir as orações próprias do sacerdote, especialmente a Oração Eucarística.

44. Nas comunidades nas quais não é possível celebrar a Eucaristia dominical, deve-se promover as “celebrações da Palavra”, com Comunhão Eucarística. Estas celebrações serão realizadas por diáconos ou por fiéis leigos designados pela autoridade eclesiástica. Nestes casos, os Ministros Extraordinários da Palavra são autorizados a proclamar também o Evangelho.

45. O Bispo diocesano, consciente da importância da homilia, promoverá encontros de formação destinados a melhorar a qualidade da pregação dos ministros ordenados.

46. Além dos ministérios ordenados (bispos, padres e diáconos) existem outros ministérios não-ordenados, exercidos por leigos, homens e mulheres, p. ex., Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística, leitores e acólitos, exercer o ministério da palavra, presidir as orações litúrgicas, administrar o Batismo (cf. Cân. 230).

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