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Introdução

O sacramento da Eucaristia, instituído por Jesus Cristo na Última Ceia, faz parte da iniciação cristã. Pela comunhão eucarística do Corpo e Sangue de Cristo, aqueles que foram salvos em Cristo pelo Batismo e a Ele mais profundamente configurados pela Confirmação, participam com toda a comunidade do sacrifício do Senhor (Cat, 1332; PO 5b).

A Eucaristia é, ao mesmo tempo, sacrifício, ação de graças, memorial, presença e banquete. Este sacramento encontra-se no começo da vida cristã e, ao mesmo tempo, é o momento culminante da Iniciação Cristã. Comungar Jesus Cristo é receber a força para a nossa peregrinação como Povo de Deus rumo à casa do Pai e a antecipação da vida eterna, que consiste na plena comunhão com Deus e com os seus santos.

A Eucaristia é dom primordial de Deus, fonte e ápice da vida da Igreja. Da Eucaristia mana a vida cristã. A comunhão no Corpo e Sangue de Cristo aperfeiçoa os que dela participam. Este Sacramento chama-se “Eucaristia” porque é uma ação de graças ao Pai por Cristo no Espírito Santo; “Ceia do Senhor” porque é a ceia que o Senhor comeu com os seus Apóstolos antes de morrer como antecipação da sua Páscoa (Paixão, Morte e Glorificação) e da ceia eterna da Jerusalém celeste; “Fração do pão” porque Jesus realizou este rito na Última Ceia e porque assim os primeiros cristãos chamaram esse sacramento (partir o pão significa também com-partir com os outros entrando em comunhão com Cristo e, em Cristo, entre nós); “Assembleia Eucarística” por causa da visibilização da Igreja na reunião do Povo de Deus na qual se celebra a Eucaristia; “Memorial” da Páscoa do Senhor; “Santo Sacrifício” porque atualiza o único e o mesmo sacrifício de Jesus; “Santa e divina Liturgia” porque a Eucaristia é o sacramento dos sacramentos; “Santa Missa” pela sua conexão imediata com a missão salvadora de Cristo realizada por nós e através de nós.

Jesus Cristo instituiu a Eucaristia na Última Ceia para que os seus mistérios salvíficos, se perpetuassem para o bem da sua Igreja. O Povo de Deus não pode viver sem o seu Senhor e, por isso, não pode viver sem o Sacramento da Eucaristia. Desde os inícios, a liturgia eucarística se desenvolveu através de dois binômios: liturgia da Palavra (leituras de passagem do Antigo e do Novo Testamento) e a liturgia Eucarística, cujo centro é a “anáfora” ou “oração eucarística”. Dentro da anáfora, o “relato da instituição” ocupa um lugar central porque “a força das palavras e da ação de Cristo e o poder do Espírito Santo tornam sacramentalmente presentes, sob as espécies do pão e do vinho, o Corpo e o Sangue de Cristo, seu sacrifício oferecido na cruz uma vez por todas” (Cat. 1353).

Liturgia

Formacao liturgica2    Canto liturgico    Folheto dominical